Saiba mais sobre o Diabetes: causas, sintomas e tratamentos

Muito se fala sobre essa doença. Mas você sabe o que é diabetes e quais são seus riscos para a saúde?

Ainda não há cura para o diabetes. Porém, estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura.

Enquanto a solução não chega, o ideal é se informar para iniciar o tratamento e saber viver com essa condição! Não é apenas o paciente que precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários. Por isso, vamos falar aqui um pouco mais sobre essa doença.

O diabetes é uma síndrome metabólica caracterizada pela falta de insulina ou da incapacidade dessa substância de exercer seus efeitos. A função da insulina é promover a redução da glicemia. A substância “ajuda” o açúcar presente no sangue a penetrar as células e ser utilizado como fonte de energia.

O pâncreas é o órgão responsável pela produção da insulina. Quando ele não é capaz de produzir o hormônio em quantidade suficiente para suprir as necessidades do corpo ou quando, por qualquer motivo, a insulina não consegue agir da forma correta no organismo há aumento da glicose, que nada mais é que o açúcar, no sangue. Dai então, o diabetes. O ideal é que os níveis de glicose fiquem entre 70 e 100mg/dL.

Existem alguns tipos de diabetes. É importante saber qual é o seu para receber o tratamento adequado.

Diabetes Mellitos Tipo 1:

Ela é comum ainda na infância, mas também é possível que ocorra em outras faixas etárias. Por um problema imunológico, o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina, então o corpo não consegue mais fazer a transferência da glicose para células, tornando o sangue hiperglicêmico, ou seja, com alta taxa de açúcar.

Diabetes Mellitos Tipo 2:

Esse tipo é mais comum, ocorrendo em cerca de 90 a 95% dos casos de diabetes. Geralmente ocorre na fase adulta. Nesse caso, a insulina continua sendo produzida, porém, o organismo não consegue assimilá-la de forma adequada (resistência à insulina). Com o tempo os excessos de doces e carboidratos na alimentação prejudicam a função do pâncreas. Esse tipo geralmente é desenvolvida por pessoas acima dos 40 anos, acima do peso e sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação. Mas não se engane, podemos encontrar casos desse tipo de diabetes em jovens, já que a obesidade infantil é um problema comum atualmente.

É importante saber que o fator hereditário é mais determinante no diabetes do tipo 2. Então, fique atento se você tem casos de diabetes na família para poder prevenir desde cedo. Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 mas, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune.

Os sintomas nos dois casos são muito parecidos:

- Problemas de má circulação;
- Falta de energia para fazer as atividades (fadiga);
- Perda de peso, apesar da boa alimentação;
- Dificuldade de cicatrização, principalmente em membros inferiores e extremidades (pés e mãos);
- Problemas oculares;
- Vontade de urinar com freqüência
- Sede excessiva
- Fome excessiva
- Pressão alta
- Problemas cardíacos (colesterol e triglicerídeos elevados);
- Doenças renais;
- Neuropatia (danos nos nervos) – formigamento no corpo;
- Infecções freqüentes;
- Problemas dentários;
- Distúrbio erétil no homem.

O tratamento, no geral, para o diabetes é manter uma vida saudável controlando a glicemia, para evitar complicações da doença, além disso, aplicação de insulina ou medicamentos orais.

A prática de exercícios físicos em casos de hiperglicemia (ou seja, altos níveis de glicose) é essencial para controlar os níveis de açúcar e ajudar na perda de gordura corporal. Porém, alguns cuidados devem ser tomados. Acompanhamento médico é primordial! Combine com o seu médico o tipo de exercício que você deve fazer, pois dependendo da atividade pode ocorrer uma liberação de hormônios que fazem a glicemia aumentar ainda mais.

Antes de começar uma atividade é fundamental verificar o controle glicêmico com glicosímetros, aparelhos usados para medir a concentração exata de  glicose no sangue. Assim, você pode escolher um alimento pré-treino que supra suas necessidades do momento. Quem tem diabetes também pode sofrer de hipoglicemia, que é a redução dos índices glicêmicos. Nesse caso você precisa ingerir um carboidrato. Se as taxas estiverem altas é importante evitá-los.

Por isso, controlar a dieta é outro fator muito importante. Açúcares simples presentes em doces e carboidratos, como massas e pães, devem ser evitados. Procure fazer um acompanhamento mais específico com uma nutricionista.

Como dissemos antes, tanto insulina, quanto medicação oral podem ser usadas para o tratamento do diabetes.A insulina é sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode ser usada em casos avançados de diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a não produzir mais insulina em quantidade suficiente).  Para o tipo 2, é possível tratamento com uma  medicação oral que tem o papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a produzir mais desse hormônio.

Se o diabetes não for tratado de forma adequada, podem surgir complicações, como retinopatia,nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros. Por isso, se cuide! Procure um médico se estiver com alguns dos sintomas citados acima, ele irá realizar os exames necessários para identificar se você tem diabetes.

 

Para que servem as palmilhas de silicone?

Se você passa o dia em pé ou se movimentando, esse post é pra você! Muitas profissões, por exemplo, exigem que o funcionário passe boa parte do dia em pé, o que pode acarretar em consequências severas para o corpo, principalmente para as pernas e pés.

Uma solução econômica e preventiva é a palmilha de silicone. Ela pode ser usada em qualquer tipo de sapato e vai ajudar a combater problemas posturais e de dores nas costas. É claro que ela não é a única medida a ser tomada para prevenção da famosa “dor nas costas”. Sapatos confortáveis e exercícios também são importantes para evitar prejuízos à coluna.

O que as palmilhas de silicone vão fazer é precaver lesões nas articulações, nos tendões, nos joelhos e nos tornozelos. Elas devem ser colocadas dentro do sapato, e então o silicone vai trabalhar para proporcionar maior resistência e amortecimento.

É importante que a forma do silicone se adapte ao seu pé, por isso, comece usando um pouco cada dia, até que você consiga se habituar a usar sempre.

Agora, atenção! Se você sente dores nas costas, nos quadris, nas pernas e nos pés é importante buscar um especialista que possa recomendar uma palmilha especial. Não brinque com a saúde! Peça ajuda ao seu médico para entender qual é a palmilha mais indicada pra você.

O modelo, é claro, você vai encontrar na MedShop!